Conheça a Verdade Sobre os Zoologicos

A ARPA Brasil, tem como objetivo ser a voz dos animais, aqueles que não têm voz, sejam domésticos ou não. Diante deste objetivo não podemos

 A ARPA Brasil, tem como objetivo ser a voz dos animais, aqueles que não têm voz, sejam domésticos ou não. Diante deste objetivo não podemos deixar de externar nossa opinião sobre a situação dos zoológicos.

Para mantermos a objetividade abordaremos superficialmente alguns pontos sobre o tema, até mesmo porquê os argumentos usados pelos defensores dos zoológicos são altamente superficiais que não resistem a uma análise, também, superficial.

Para o leitor que deseje se aprofundar no assunto fornecemos no final desta página vasta lista de material de apoio sobre o tema.

 

 

As fotos que ilustram esse material foram retiradas das fontes abaixo e corroboram os nossos argumentos contra o modelo atual de zoológicos em todo o paí­s:

 

 

 

Mostrando a verdade sobre os zoológicos:

Atualmente, os responsáveis pelos zoológicos argumentam que são locais muito diferentes daqueles de décadas passadas. No entanto, basta uma leve análise para refutar seus argumentos. Entre eles citaremos os mais comuns:

“O Zoológico é importante porque nós devemos conhecer as espécies para preservar/respeitar"

Essa concepção traz embutida a desculpa de que só é possí­vel preservar uma espécie a partir do momento em que a conhecemos. Se a concepção biocéntrica predomina, o simples fato de o animal existir já é um pressuposto que justificaria o respeito por ele. E só. Eu não conheço nenhum africano, por exemplo, mas não preciso fazê-lo para só depois respeitá-lo. Nunca conheci um urso-polar, um tigre de bengala, uma perereca amazônica ou uma orca. Mas o fato de não vê-los ao vivo não me impede de respeitá-los pela sua essência.

“O Zoológico é imprescindí­vel para estudarmos o comportamento dos animais”

Só se for para estudar neuroses de cativeiro. Qualquer pessoa com noções básicas de biologia sabe que o comportamento de animais em cativeiro não é o mesmo que o animal apresentaria no seu meio natural. Tenho muito respeito por estudos comportamentais. Mas por aqueles que são feitos no habitat natural do animal. Esse argumento não sustenta a existência desse tipo de zoológico.

“O Zoológico é importante para a reprodução e para salvar as espécies”

Primeiro: a maioria dos animais reproduzidos em cativeiro é reproduzida para esse fim: permanecer em cativeiro. Não para ter devolvido o que lhe foi negado desde as gerações anteriores: sua liberdade. Há, entre os zoológicos, uma espécie de escambo de espécies, onde os animais são intercambiados. Faltou uma girafa no zoológico “x”? Já está nascendo uma no Zoológico “y”. Será separada de sua mãe e destinada ao zoológico “x” como animal de exposição. Segundo: privado da convivência com seus iguais e de todas as interações que lhe são possí­veis em seu meio natural, ele não é mais do que a sombra dos seus ancestrais. Não temos conhecimento de nenhum caso de reintrodução de animais da fauna exótica por nenhum zoológico brasileiro.

“Mas os animais que nasceram no zoo não sofrem porque não conhecem outra vida”

Será que o fato de esse animal ter nascido em cativeiro nos dá o direito de usurpar sua liberdade mais uma vez e condená-lo a uma vida miserável, privando-o da sua verdadeira liberdade?

Se houver uma “visita ao zoológico”, com propósitos educativos, que sejam feitas pelo menos as seguintes perguntas e investigações com os alunos: qual o habitat natural desses animais? Quais os hábitos desses animais em seu meio natural? Geralmente sáo: nadar, correr, voar quilômetros por dia, procurar comida, defender seu território, interagir com outras espécies e com seus iguais. E em cativeiro? Quais as mudanças percebidas? Quais os impactos nefastos nos seus hábitos? Quais as consequências? Um pequení­ssimo exemplo, entre tantos que presenciei: um leão-marinho em seu habitat natural viaja centenas de quilômetros por dia. Em cativeiro, é condenado a viver em um pequeno tanque, onde passa o dia circunscrevendo voltas como que para escapar da escravidão sem fim. Sem falar na obesidade e outros transtornos de comportamento como as já mencionadas neuroses de cativeiro. Isso nos reporta é  falácia seguinte:

“Aqui no zoológico fazemos o enriquecimento ambiental”

Esse novo modismo nos zoos (proveniente de um modelo americano) traz em sua proposta a introdução de diferentes estí­mulos no cativeiro para que animais não desenvolvam comportamentos repetitivos e neuróticos como automutilação, coprofagia etc. Certamente, estí­mulos são melhores que a estagnação a que esses animais são condenados. Mas deve-se sempre questionar: a reabilitação e a devolução da liberdade que lhes foi negada não seria infinitamente melhor? O tão prestigiado enriquecimento ambiental não seria mais um engodo para justificar a perpetuação do cativeiro e de interesses escusos?

“Hoje não existem mais jaulas nos zoológicos”

Ouvi diversas vezes essa frase dos monitores que nos acompanharam. Em vários lugares. Basta uma breve visita para, novamente, a perplexidade ao comparar o dito e o constatado ser inevitável. Sejam de barras de ferro ou de grossas paredes de vidro blindado os animais estão severamente limitados em seus movimentos, prejudicando seu comportamento natural. O Ápice do menosprezo à  inteligência dos presentes. Percebe-se, claramente a existência de cercados mí­nimos de aço, alumí­nio, terrários, aquários e paredes de vidro fazendo as vezes de jaulas. Mas pergunto: não seria infinitamente melhor que jaulas, aquários, terrários e afins estejam para sempre, vazios?

“A alimentação é balanceada”

Isso pode soar muito bem aos ouvidos antropo e ecocêntricos. Mas nos ouvidos biocêntricos e abolicionistas dói. Até fisicamente. Uma frase que ouvi da monitora: “Os zootecnistas que trabalham no zoo e cuidam da alimentação dos animais acham que os psitací­deos silvestres são uns chatos porque são muito exigentes, não comem qualquer coisa”. Ora, o que diriam os psitací­deos se falassem? “Chato” seria um adjetivo no mí­nimo elegante para qualificar quem os trancafia em um viveiro, obrigando-os a uma “loteria gastronômica”, forçada e diferente de sua alimentação natural.

 

Passe valores corretos para seus filhos. Não vá a Zôos!

Prefira passeios que não financiam a exploração animal, que adicione bons valores e cultura, e que não seja em detrimento de outros seres. Não ensine a uma criança que é normal e divertido tirar a dignidade de outro ser para proveito próprio. Ensine o valor de respeitar.

Leve à  reunião de pais, alternativas adequadas para os passeios escolares (parques, museus, planetários, sí­tios, teatros, festivais, exposições, feiras culturais e de ciência, locações históricas, passeios de barco etc.)

Passe ví­deos, como os do Discovery Channel e Animal Planet para as crianças conhecerem os animais silvestres. Nesses ví­deos os animais são filmados livres em seu habitat natural, com seu bando e rotina natural. Neles sim é visto uma situação real da natureza, e o mais importante, livre de exploração e crueldade.

Indo a áreas de mata preservada você poderá ver livremente macacos, aves, peixes, etc.

No fim do dia, você pode ir embora. Para os animais fica a sentença de uma vida de sofrimento e privação. Continuar a visitar zoológicos, é dizer sim a toda esta crueldade, e condenar a uma morte lenta e dolorosa seres inocentes.

 

1) Exemplos do que consideramos ser um exemplo a ser seguido:

2) Material de apoio sobre o tema:

3) Vídeos:

4) Fontes (com adaptações ARPA Brasil):

 



 
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